sábado, 18 de junho de 2011

Texto

Oi minna!!
Ontem foi o ultimo dia de aulas, mas ainda temos de voltar à escola mais dois dias...mas não são para ter aulas.Um dos dias é por causa do passeio cultural e outro é por causa do meu concerto^^'''
E durante a aula de Português, íamos nos 1º's quarenta e cinco minutos ler, e nos outros jogar a alguns jogos...
E eu esqueci-me do livro e a stôra disse para fazer uma composição, mas não me deu o tema, então comecei a escrever e deu nisto...
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Hoje foi o último dia da minha vida, depois daquele acidente em que perdi a vida.
Ninguém me vê, ninguém me ouve, mas eu sei que neste mundo ainda há alguém que me pode ajudar, a descansar em paz.
Fui a casa dos meus pais, mas nenhum deles me via, a casa da minha melhor amiga -Joana -e nem ela, nem mesmo a Joana me conseguia ver ou ouvir.
Fui a casa de um alguém muito especial para mim, o rapaz pelo qual eu lutava enquanto era viva para conseguir o seu amor, mas sempre em vão.
Entrei, como normal nos fantasmas, sem necessidade de abrir a porta. Era uma casa grande e acolhedora...comecei a ouvir um pequeno gemido vindo do primeiro andar...Subi as escadas que lhe davam aceso.
Percorri o corredor até encontrar a porta que, por dentro, me daria a conhecer o seu interior e o mesterioso barulho.
Quando entrei vi um rapaz sentado numa cama, com os cotovelos sobre as pernas e o seu rosto tapado pelas mãos. Há medida que me aproximava dele, mais depressa batia o meu coração, a minha barriga começava a andar às voltas e o meu corpo tremia. Cada passo que dava era como se de um pesadelo se tratasse, daqueles que depois quando chegasse ao pé dele, ele viraria um monstro sem misericórdia que me....matava não, por que morta já eu estava, mas mandar-me-ia direitinha para os anjinhos.
Finalmente quando cheguei ao pé dele, o seu rosto começou a revirar-se para o meu, perguntei-me se ele me conseguia ver, quando de repente o seu rosto parou ligeiramente inclinado para cima, sorriu.
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Ele levantou-se, dirigiu-se a mim e...abraçou-me, retribui o abraço. Com toda aquela "emoção" fiquei com a sensação de que pelo meu rosto, percorriam duas lágrimas.
Ele afastou-se e disse:
-Ah tua volta -fez uma pausa - há uma luz branca e brilhante...-quando acabou a frase agarrou-me a mão e apertou-a contra o seu peito, ainda consegui proferir umas palavras mas incompreensíveis.
De repente lá de fora ouvisse um grito, um grito feminino e esganiçado.
-Hey, Fernando, vem cá fora. Hoje aconteceu-me uma coisa muito estranha e...-fez uma pausa, uma pausa demasiado longa para meu gosto-...precisava de o partilhar com alguém...-a sua voz parecia triste e não me era estranha.
Ainda com a mão dele a segurar a minha, dirigi-me à janela para saber se o meu palpite estava certo...
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E pronto foi o que eu escrevi....espero que tenham gostado, queria saber a vossa opinião...
Bjs^^

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